CIÊNCIA & TECNOLOGIA
Empresas reforçam estratégias protetivas contra crimes digitais
No ambiente digital, resiliência tecnológica deixou de ser diferencial e passou a ser um requisito.
Em 20/03/2026 Referência CORREIO CAPIXABA - Redação Multimídia
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Uma eventual falha tecnológica pode impactar simultaneamente diversas áreas, como vendas, atendimento ao cliente e logística, tornando essencial a existência de mecanismos capazes de restabelecer rapidamente as operações.
A crescente dependência de tecnologia nas operações empresariais tem levado organizações a reforçar estratégias voltadas à recuperação de dados e sistemas. Falhas tecnológicas, ataques cibernéticos ou a indisponibilidade de servidores podem interromper atividades inteiras em poucos minutos, o que tem ampliado a adoção de planos estruturados de Disaster Recovery (DR) para garantir a continuidade dos negócios.
Com processos cada vez mais digitais, a recuperação de sistemas passou a ocupar papel estratégico dentro das empresas. Hoje, uma falha tecnológica pode impactar simultaneamente diversas áreas, como vendas, atendimento ao cliente e logística, tornando essencial a existência de mecanismos capazes de restabelecer rapidamente as operações.
Eduardo Glazar, CSO da Globalsys, faz um breve diagnóstico afirmando que esse cenário tem levado organizações a incorporar a recuperação tecnológica como parte fundamental da estratégia de continuidade.
“À medida que os sistemas passam a sustentar praticamente toda a operação das empresas, o impacto de uma interrupção também cresce. Hoje, uma indisponibilidade pode afetar vendas, atendimento ao cliente e até processos logísticos. Por isso, estratégias de Disaster Recovery passaram a ser tratadas como parte da arquitetura de continuidade do negócio.”
Além da proteção das informações, a capacidade de restaurar sistemas e aplicações com agilidade tornou-se decisiva para reduzir impactos operacionais e preservar a experiência do cliente.
De acordo com Glazar, quanto mais digitalizada é a operação de uma empresa, maior é a necessidade de planejamento para garantir uma recuperação eficiente.
“Isso envolve políticas estruturadas de backup, replicação de dados e a definição clara de quais sistemas precisam ser restabelecidos primeiro em uma situação de crise.”
A expansão de ambientes híbridos e multicloud também tem ampliado a complexidade da gestão tecnológica. Com sistemas distribuídos em diferentes plataformas, as empresas precisam adotar estratégias mais robustas para assegurar que as operações possam ser retomadas com rapidez diante de qualquer incidente.
“Empresas que estruturam bem seus planos de recuperação conseguem reduzir significativamente o impacto de incidentes e manter a continuidade da operação mesmo em situações críticas. No ambiente digital atual, resiliência tecnológica deixou de ser diferencial e passou a ser um requisito essencial para as organizações”, conclui. (Por Ivy Paraguassu Coutinho da Silva/AsImp)
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