SAÚDE

Prefeitura de Anchieta reforça a prevenção contra Covid-19

Prefeitura de Anchieta reforça necessidade de prevenção com dicas que ajudam a população

Em 20/11/2023 Referência CORREIO CAPIXABA - Redação Multimídia

Foto: Gercom/PMA

As medidas de prevenção e controle devem ser utilizadas de forma integrada, e incluem: etiqueta respiratória; higienização das mãos com álcool 70% ou água e sabão; ventilação, limpeza e desinfecção adequada de ambientes; isolamento dos casos confirmados de COVID-19; e uso de máscaras.

Com o surgimento de novas variantes do coronavírus Covid-19 a Organização Mundial da Saúde orienta para o reforço de protocolos de prevenção, como a vacinação, a higienização das mãos, limpeza de ambientes e uso de máscaras em locais de aglomeração de pessoas e de pouca ventilação. A Prefeitura de Anchieta reforça a necessidade de prevenção com dicas que ajudam a população.

As medidas de prevenção e controle devem ser utilizadas de forma integrada, e incluem: etiqueta respiratória; higienização das mãos com álcool 70% ou água e sabão; ventilação, limpeza e desinfecção adequada de ambientes; isolamento dos casos confirmados de COVID-19; e uso de máscaras.

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As máscaras são recomendadas principalmente para pessoas com fatores de risco para complicações por doenças respiratórias (imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com múltiplas comorbidades) em situações de maior risco de infecção por vírus respiratórias, como: locais fechados e mal ventilados, locais com aglomeração e em serviços de saúde e por pessoas com sintomas respiratórios.

As máscaras podem ser usadas para a proteção de pessoas saudáveis (quando em contato com alguém infectado) ou para controle da fonte de infecção (quando usadas por alguém infectado para prevenir transmissão subsequente). 

Diante a mudança do cenário epidemiológico da COVID-19, o uso de máscaras faciais tornou-se facultativo. Contudo, o Ministério da Saúde recomenda que as máscaras sejam utilizadas, principalmente, nas seguintes situações: 

  • Por pessoas com sintomas gripais, ou pessoas que tenham tido contato próximo com pessoas com doenças respiratórias;

  • Por pessoas com diagnóstico laboratorial positivo para covid-19 (por teste de antígeno ou biologia molecular), inclusive assintomáticas;

  • Por pessoas com fatores de risco para complicações por doenças respiratórias (em especial imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com múltiplas comorbidades) em situações de maior risco de infecção por vírus respiratórios, como: locais fechados e mal ventilados, locais com aglomeração e em serviços de saúde;

  • Na ocorrência de surtos de síndrome gripal em determinado local ou instituição, recomenda-se o uso de máscara por todos os indivíduos do mesmo ambiente, independentemente de apresentarem sintomas, devido ao potencial risco de transmissão por pessoas assintomáticas; 

  • Por profissionais que trabalham diretamente com idosos ou pessoas com comorbidades (ex: instituições de longa permanência);

  • Por profissionais de saúde, de acordo com as recomendações da Anvisa, conforme descrito na NT GVIMS/GGTES/ANVISA Nº 04/2020, atualizada em maio de 2023 e disponível  aqui

​As máscaras não devem ser usadas por crianças menores de dois anos ou pessoas que tenham dificuldade para respirar, que estejam inconscientes, incapacitadas ou que tenham dificuldade de remover a máscara sem ajuda.

Em relação aos tipos de máscaras, ressalta-se que os respiradores de proteção respiratória (padrão N95, PFF2 ou equivalente) possuem maior eficácia em proteger contra a transmissão de vírus respiratórios, incluindo o SARS-CoV-2, seguido pelas máscaras cirúrgicas e KN95. 

É inegável que as vacinas COVID-19 tiveram grande impacto na redução da morbimortalidade da doença, tendo evitado centenas de óbitos e internações no Brasil desde a sua introdução. De fato, desde o início da campanha de vacinação em janeiro de 2021 pode-se observar uma queda importante das internações e óbitos por COVID-19 nas diferentes faixas etárias à medida que se avançou na vacinação.

Cabe destacar que a vacinação contribui para redução de complicações decorrentes da covid-19 nos grupos vacinados, além de contribuir para diminuição das internações hospitalares, mortalidade evitável e gastos com medicamentos para tratamento de infecções secundárias. (Gercom/PMA)

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