NEGÓCIOS
Empresários discutem tráfego de caminhões na Mestre Álvaro
Representantes do setor produtivo se reuniram com secretários municipais e Polícia Rodoviária Federal.
Em 19/02/2026 Referência CORREIO CAPIXABA - Redação Multimídia
Foto: Divulgação/ASES
Entidades representativas empresariais defenderam que a proposta municipal de restrição ao tráfego de caminhões pesados na Avenida Mestre Álvaro seja avaliada com flexibilidade e planejamento técnico.
A Associação dos Empresários da Serra (Ases) recebeu, nesta semana, representantes de federações, sindicatos empresariais e da Prefeitura da Serra para dialogar sobre a proposta municipal de restrição ao tráfego de caminhões pesados na Avenida Mestre Álvaro (antiga BR-101), em horários específicos.
O encontro foi conduzido pela presidente da Ases, Leonelle Lamas, e reuniu o 1º vice-presidente da Fecomércio-ES, Luiz Coutinho, o superintendente Wagner Corrêa, o presidente do Sindilojas Serra, Rogério Alcântara, o presidente do Sindivarejista, João Falqueto, além de secretários municipais, representantes da Findes, da Polícia Rodoviária Federal e lideranças empresariais de diversos setores.
A reunião teve caráter institucional e diálogo construtivo entre o poder público e o setor produtivo. As entidades representativas empresariais defenderam que a medida seja avaliada com flexibilidade e planejamento técnico, buscando alternativas que reduzam possíveis impactos sobre a economia local, a logística e a geração de empregos no município.
Para a presidente da Ases, Leonelle Lamas, o momento reafirma o papel da Ases como entidade legítima de mediação e construção de soluções equilibradas.
“Temas estruturantes para a cidade exigem diálogo, responsabilidade e visão estratégica. A Ases atua como ponte entre o setor produtivo e o poder público, sempre com o objetivo de contribuir para decisões que preservem a competitividade da Serra e garantam desenvolvimento sustentável. Nosso compromisso é construir soluções que minimizem impactos e fortaleçam o ambiente de negócios.”
Leonelle destacou ainda que a Serra é o maior polo industrial do Estado e um dos principais polos logísticos do Espírito Santo, e diante desse cenário é fundamental que as decisões sejam alinhadas à complexidade e à relevância econômica do município.
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